Samarco pede novo adiamento

Samarco pede novo adiamento de depósito de R$ 2 bilhões para fundo de recuperação da bacia do Rio Doce.

 

A  Samarco, a Vale e a BHP Billiton pediram à Justiça o adiamento do prazo para fazer um depósito de R$ 2 bilhões no fundo para a recuperação ambiental e social da bacia do Rio Doce, devastada pela lama liberada com o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana … Ler mais

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IBAMA recusa proposta da Samarco e exige novo Plano de Recuperação Ambiental

 

 

O IBAMA encaminhou ofício nesta quarta-feira, dia 27/01,  à mineradora Samarco, responsável pela catástrofe ambiental provocada pelo rompimento de barragem em Mariana – MG, exigindo que a empresa apresente um novo Plano de Recuperação Ambiental da região afetada pelo desastre, com as complementações e atualizações necessárias.

Em 18/01, a Samarco, controlada pela Vale e pela BHP, protocolou na Superintendência do IBAMA em Minas Gerais o Plano de … Ler mais

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Laudo da SOS Mata Atlântica revela que água do Rio Doce continua imprópria para consumo

Análise da água do Rio Doce.

 

SOS Mata Atlântica divulga laudo técnico com resultados obtidos na Expedição pela bacia do rio Doce.

Dos 18 pontos analisados em campo, 16 apresentaram o IQA – Índice de Qualidade da Água,  péssimo e 2 regular. Água está imprópria para o consumo em todo o trecho analisado.

A equipe da Fundação SOS Mata Atlântica realizou de 6 a 12 de dezembro de 2015 … Ler mais

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Rompimento da barragem da Samarco e o Rio Doce: ‘O impacto ainda está acontecendo’

Rio Doce: ”O impacto ainda está acontecendo”. Entrevista especial com André Cordeiro Alves dos Santos

“Como a lama é muito fina, ela fica em suspensão durante muito tempo, ou seja, não sedimenta, formando uma grande mancha em suspensão. Isso faz com que ela seja facilmente transportada pelas correntes marinhas, de modo que não podemos descartar a possibilidade de a lama encontrada em Abrolhos ser a da barragem da Samarco”, Ler mais

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RJ: Após 16 anos, pescadores ainda não foram compensados por vazamento da REDUC

Dezenas de embarcações com ativistas, atletas e políticos participaram de barqueata na Baía de Guanabara alertando para a poluição no local, que será palco de atividades olímpicas (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Para o ambientalista, além da degradação ambiental, a ampliação da atividade petrolífera é uma das causas da redução das áreas de pesca na Baía de Guanabara.

Foto: Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil

 

Após 16 anos, completados nesta terça-feira (18), o segundo maior acidente ambiental na Baía de Guanabara ainda não foi devidamente compensado.

Os principais afetados são os cerca de 20 mil pescadores artesanais, que foram obrigados a interromper suas atividades e … Ler mais

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