Reciclagem da água – Sistema de Captação para o aproveitamento da água de chuva e idéias para evitar o desperdício

Embora a reciclagem é um termo geralmente aplicado a objetos como latinhas de alumínio, garrafas de vidro, garrafas Pet, jornais, papelão, mas a água pode ser reciclada também.

Reciclagem da água é a reutilização de águas residuais tratadas para fins benéficos como a irrigação agrícola e paisagística, processos industriais e descargas de vasos sanitários.

Reciclagem de água oferece economia financeira e de recurso. Tratamento de águas residuais podem ser adaptadas para atender aos requisitos de qualidade da água de reúso.

Água reciclada para irrigação paisagismo exige menos tratamento do que a água reciclada para se beber.

Nenhum caso documentado de problemas de saúde humana devido ao contato com água reciclada que tem sido tratada aos padrões, critérios e regulamentos foram relatados.

Vídeos que mostram o que se está fazendo para o reúso da água, sistemas de captação, aproveitamento da água de chuva e idéias para evitar o desperdício da água.

O Reúso da água e o aproveitamento da água de chuva

Vídeo-reportagem de iniciativa do Consórcio Intermunicipal da Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí – PCJ e da Petrobras – Refinaria de Paulínia, com o objetivo de incentivar as políticas públicas voltadas ao reúso da água e ao aproveitamento de água de chuva.

Parte integrante do curso de formação de multiplicadores de ações para o uso racional da água, direcionado à educação formal e não-formal.

Conheça um Sistema de Captação de Água da Chuva

Video de divulgação do Sistema de Captação de Água da Chuva, desenvolvido pelo Ecocentro IPEC em PIrenopolis, Goias, Brasil.

O sistema de Captação de Água da Cuva foi finalista do prêmio Tecnologia Social promovido pela Fundação Banco do Brasil em 2005.

Idéias para evitar o desperdício de água

Um prédio em São Paulo passou a aproveitar até a água que não chega pelo cano. Reservatórios no subsolo guardam água da chuva que é usada no jardim e para lavar o chão.

Uma campanha pela economia de água que a gente mostrou aqui no Jornal Nacional há alguns dias levou muita gente a escrever pedindo outra reportagem sobre esse assunto.

A campanha da fundação SOS Mata Atlântica sugere que as pessoas façam xixi debaixo do chuveiro, na hora do banho.

Mas o repórter Alan Severiano mostra, agora, outras ideias para quem acha que não vai conseguir se acostumar com esse hábito novo.

Uma reforma de R$ 5 mil e um prédio em São Paulo passou a aproveitar até a água que não chega pelo cano.

Reservatórios no subsolo guardam água da chuva que é usada no jardim e para lavar o chão.

Nós estamos economizando em média R$ 1 mil por mês, afirmou Maria Cecilia Higuchi, síndica do prédio.

A preocupação com o uso da água transformou uma casa num laboratório para evitar o desperdício. O que começou como experiências de fundo de quintal virou uma prova de que soluções caseiras também podem fazer milagre.

Com pequenas adaptações, a conta ficou 30% mais barata. A água da calha escorre para um tambor e é usada para regar plantas. O dono inventou até vasos com um sistema de irrigação mais eficiente.

A planta vai na terra. Embaixo, eu tenho um carpete. Esse carpete vai dentro de um tubo. Esse tubo, eu encho dágua. Então a planta só vai puxar a água que ela precisa, explicou Edison Urbano, técnico em eletrônica.

A maior economia vem do chuveiro. O que escoa pelo ralo vai para uma caixa do lado de fora. Depois de tratada com cloro de piscina, a água é usada na descarga.

O tratamento é essencial, diz José Carlos Mierzwa, professor de engenharia da USP, para eliminar bactérias e evitar que a água reaproveitada provoque mau cheiro e manchas na louça sanitária.

O problema é que ela tem na sua composição contaminantes, por exemplo shampoo, sabonete, creme. Isso pode trazer problemas durante o armazenamento. O ideal é tratar essa água.

É isso que este condomínio faz em larga escala. O esgoto das casas passa por uma estação de tratamento e perde mais de 90% da sujeira.

Esta água não serve para beber, mas é usada na descarga dos banheiros e no jardim. Tudo foi planejado antes da construção.

A gente tem uma economia de 40% sobre o recurso natural e queremos chegar a 50%, projeta Anselmo Moraes Neto, consultor de administração.

O sistema custou R$ 1,5 mil para cada proprietário. As casas têm dois medidores de consumo: um de água potável, outro de água reaproveitada. O cuidado é tanto que há até limites para o consumo.

Não é à vontade por ser de reuso. Se você ultrapassar, tem multa. Isso para que não haja desperdício, porque hoje a água é um bem necessário, esclareceu o aposentado Bruno de Santis.

Fonte: YouTube

www.vidasustentavel.net

18/01/2012

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copy Protected by Chetans WP-Copyprotect.