BIOCOMBUSTÍVEIS – A ABIDES vem ao longo de mais de cinco anos desenvolvendo estudos e parcerias com várias instituições, publicas e privadas, no campo dos biocombustíveis, tanto Biodiesel quanto etanol. Para nossa organização o que importa é identificar as melhores tecnologias, com menor custo e que viabilizem uma maior diversidade possível de alternativas energéticas, especialmente para Biodiesel. Nesse contexto, tem-se buscado articular com a Embrapa/Ministério da Agricultura, secretarias de agricultura de Unidades da Federação, sistemas estaduais de extensão rural, organizações não-governamentais empresas ligadas direta ou indiretamente ao setor.
PROJETO: BIOCOMBUSTÍVEIS.
BIOCOMBUSTÍVEIS – A ABIDES vem ao longo de mais de cinco anos desenvolvendo estudos e parcerias com várias instituições, publicas e privadas, no campo dos biocombustíveis, tanto Biodiesel quanto etanol.
Para nossa organização o que importa é identificar as melhores tecnologias, com menor custo e que viabilizem uma maior diversidade possível de alternativas energéticas, especialmente para Biodiesel. Nesse contexto, tem-se buscado articular com a Embrapa/Ministério da Agricultura, secretarias de agricultura de Unidades da Federação, sistemas estaduais de extensão rural, organizações não-governamentais empresas ligadas direta ou indiretamente ao setor.
Nessa direção a proposta da ABIDES é fechar toda a cadeia produtiva desses segmentos, desde a fase agrícola, passando pela colheita, transporte, processamento industrial e comercialização. Há ainda, nossa preocupação com o pequeno produtor, que precisa se organizar em sistema cooperativista, em condomínios e consórcios rurais, como alternativas de agregar valor e melhorar sua renda – para isto desenvolvemos o projeto das ECOAGROVILAS, fórmula moderna e comprovada de integração de arranjos produtivos locais (APLs), comercialização de produtos e melhoria do IDH das comunidades envolvidas nestes projetos.
Frente a esses desafios, estamos trabalhando alguns projetos, sendo o primeiro a se iniciar no estado do Mato Grosso, as Ecoagrovilas da Baixada Cuiabana, que consistem em células comunitárias produtivas, com preocupações ambientais, sociais e de viabilidade econômica, atrelada a sistemas de empresas-âncora e associativismo, vinculando pequenos, médios e grandes empreendedores rurais, de maneira que todos tenham retorno econômico de forma justa e com contratos firmados entre si.
Nesta linha pretendemos apoiar a base produtiva nos biocombustíveis no Brasil, América do Sul, Ásia e Europa.
PROGRAMAS E METAS.
1. Focos.
• Etanol
• Biodiesel
2. Contexto.
• A questão energética é considerada atualmente fator crítico para a sustentabilidade do planeta.
• O virtual esgotamento das reservas de combustíveis fósseis e a conseqüente escalada do preço do petróleo no mercado internacional requerem ações imediatas para viabilizar alternativas viáveis.
• Os impactos ambientais das fontes tradicionais de energia devem ser evitados e as emissões dos gases causadores do aquecimento global devem ser drasticamente reduzidas.
• No cenário mais conservador, estima-se que os biocombustíveis passem a responder por quase 5% da demanda mundial por combustíveis em 2030 (quase 8% na União Européia). No Brasil, a perspectiva é que a participação da energia limpa atinja 24% .
• Em um cenário mais otimista, os biocombustíveis representariam 8% da demanda mundial. Destaque mais uma vez para a União Européia, cuja utilização seria de 12%. No Brasil, a participação dos biocombustíveis atingiria 30%.
3. Etanol.
• O mercado internacional de Etanol ainda é relativamente pequeno.
• Agentes do mercado brasileiro afirmam que a abertura do mercado internacional ocorrerá somente a partir da próxima década.
• A diretiva da União Européia é de substituição dos combustíveis fósseis em 10% até 2020, o que significará um consumo 25 bilhões de litros.
• O etanol é o produto que pode suprir as novas necessidades mundiais provocadas pelas “mudanças dos paradigmas da energia”.
• No Brasil os derivados da cana de açúcar já respondem por 16.5% da energia primária.
• O Brasil tem por meta produzir etanol para substituir 10% da gasolina consumida em todo o mundo no prazo de 18 anos.
• Isso exigirá multiplicar por 12 sua produção atual de 17,3 bilhões de litros anuais, sem sacrificar florestas, áreas protegidas ou cultivo de alimentos.
• Cerca de 90 usinas estão sendo implantadas hoje no país e cada uma delas deve levar “entre cinco e seis anos” para atingir sua capacidade plena de produção.
4. Atuação da ABIDES – Etanol.
• Consolidar o mercado de etanol na América Latina e promover a expansão deste mercado para a Europa e Ásia.
• Desenvolver programa de exportação de tecnologia brasileira de etanol para os países da América do Sul, Europa e Ásia.
• Desenvolver parcerias visando à promoção de políticas industriais para a produção de veículos com motores flex nos países da América do Sul, Europa e Ásia.
• Atuar como promotora de negócios envolvendo empresas do Brasil e dos países das áreas de interesse.
5. Biodiesel.
5.1 Metas de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial.
• Propiciar o adensamento energético da matéria prima, tendo como referenciais 2.000kg/ha de óleo para o médio prazo e 5.000kg/ha no longo prazo;
• Aprimorar as atuais rotas de produção de Biodiesel, com valorização do etanol como insumo, e desenvolvimento de novas rotas;
• Desenvolver processos competitivos e sustentáveis de produção de energia a partir de resíduos orgânicos das cadeias de processamento de produtos de origem animal;
• Desenvolver tecnologias de agregação de valor nas cadeias, com valorização de co-produtos, resíduos e dejetos;
• Desenvolver tecnologias visando o aproveitamento da biomassa de vocação energética para outros usos na industria de química fina e farmacêutica;
• Desenvolver tecnologias que permitam a autonomia e a sustentabilidade energética para agricultores, agroindústria e comunidades isoladas;
• Desenvolver processos para a obtenção de inovações baseadas em biomassa de oleaginosas, inclusa a oleoquímica;
5.2 Marco Legal.
• A Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, estabelece a obrigatoriedade da adição de um percentual mínimo de Biodiesel ao óleo diesel comercializado ao consumidor, em qualquer parte do território nacional. Esse percentual obrigatório será de 5% oito anos após a publicação da referida lei, havendo um percentual obrigatório intermediário de 2% três anos após a publicação.
• A partir de 01/07/2008 a adição obrigatória de Biodiesel passou a ser de 3% e a partir de 01/07/2009 esta adição passou a ser de 4%.
5.3 Atuação da ABIDES – Biodiesel.
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