IBAMA realiza curso de brigadistas voluntários no Acre

O IBAMA, através do Prevfogo e do PAAV – Programa de Agentes Ambientais Voluntários, realizou entre os dias 28 e 30 de setembro o Curso de Formação de Brigadistas Voluntários de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais.

 

O curso foi realizado por 21 alunos, que formaram um grupo onde havia moradores das APA’s Igarapé São Francisco e Raimundo Irineu Serra, Projeto de Assentamento Carão, além de funcionários da Escola da Floresta e monitores ambientais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

 

Cada instituição representada foi beneficiada com kits de prevenção e combate ao fogo doados pelo Governo do Estado do Acre, obtidos através do Fundo Amazônia.

 

O curso foi ministrado pela Coordenação do Prevfogo/AC em cooperação com o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, na Escola da Floresta e na Sede da Associação Árvore Viva, na Rodovia AC-90, em Rio Branco/AC.

 

Essas turmas há tempos solicitavam o curso e os kits ao IBAMA, por serem vítimas de numerosas ocorrências de incêndios florestais de grandes proporções em suas áreas rurais, ocorridos com maior gravidade nos anos de 2005 e 2010.

 

As comunidades beneficiadas, em particular os agentes ambientais voluntários do IBAMA já formados e atuantes, apagavam o fogo com muita garra e empenho pessoal dia e noite, correndo riscos, e sem contar com um mínimo de equipamentos adequados para a atividade.

 

A partir deste curso a situação deve melhorar para estes agentes, que exercem um trabalho exemplar, também voluntário, de educação e prevenção ao fogo e outros problemas ambientais.

 

Ao longo do curso os alunos discutiram questões referentes ao comportamento do fogo, impactos ambientais dos incêndios florestais, noções de primeiros socorros, legislação aplicada ao tema fogo.

 

Além de terem feito simulação de transporte de materiais, reconhecimento e técnicas de combate aos incêndios florestais.

 

A cidade de Rio Branco e municípios vizinhos não contam com brigada contratada de prevenção e combate aos incêndios florestais, o que diminui a proteção de algumas áreas rurais/florestais da região e prejudica a qualidade do ar, que se torna crítica na época das queimadas,  época seca, ou do verão amazônico, que ocorre aproximadamente de junho a setembro.

 

Da Assessoria de Comunicação do IBAMA.

 

www.amarnatureza.org.br

 

10 de outubro de 2012

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