Esclarecimentos da Eletrobras Eletronuclear

Esclarecimentos da Eletrobras Eletronuclear sobre a captura incidental de tartarugas marinhas na tomada de água do mar em Angra 2

No dia 20 de março, a Eletrobras Eletronuclear recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) dois autos de infração com multa devido a morte e ferimentos infligidos a tartarugas marinhas capturadas incidentalmente na tomada de água de refrigeração da usina Angra 2.

A Eletronuclear, dentro do cumprimento estrito do princípio de transparência que norteia suas atividades, leva ao conhecimento da sociedade esclarecimentos de forma a demonstrar que estas lamentáveis ocorrências não foram ocasionadas por dolo, nem culpa por negligência, imperícia ou imprudência na operação da central nuclear e na gestão de suas interações com o meio ambiente. Por essas razões, a empresa apresentará recursos contra os autos de infração do Ibama (clique aqui para ler um relato detalhado do caso e das providências que estão sendo tomadas).

Para solucionar o problema, até 15 de abril, a empresa bloqueará o acesso de tartarugas à entrada do canal de água para as usinas com uma tela submersa presa ao fundo do mar. Posteriormente, também instalará grades em frente à tomada de água de Angra 2. Essas duas soluções técnicas garantirão definitivamente a proteção desses animais.

É importante ressaltar que, previamente à ocorrência das capturas incidentais, o Ibama já havia incluído o monitoramento das tartarugas marinhas na área de influência da central nuclear como uma das condicionantes da licença ambiental de Angra 3. Para atendê-la, a empresa contratou o Laboratório de Genética Marinha da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que já está realizando esse trabalho.

A Eletronuclear está empenhada em solucionar o problema de forma permanente e reitera seu compromisso com a proteção da fauna e da flora na região situada no entorno de suas instalações.

Sobre a Eletronuclear

Subsidiária da Eletrobras, a Eletronuclear é a responsável por operar e construir as usinas termonucleares do país. Conta com duas unidades em operação na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), com potência total de 1990 MW. Hoje, a geração nuclear corresponde a 3% da eletricidade produzida no país e o equivalente a um terço do consumo do Estado do Rio de Janeiro.

Pelo terceiro ano seguido, as usinas nucleares brasileiras bateram recorde de produção. Angra 1 e Angra 2 fecharam o ano de 2012 gerando, juntas, mais de 16 milhões de MWh  – a melhor marca da história da Eletronuclear. Angra 3, que está em construção, será a terceira usina da Central. Quando entrar em operação comercial, em 2016, a unidade (com potência de 1.405 MW) será capaz de gerar mais de 10 milhões de MWh por ano – energia limpa, segura e suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante o mesmo período.

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