Crise da água e as mudanças climáticas

AG3

 

Hoje, uma torneira gigante e uma fila bem incomum chamou a atenção de quem passou pela Praça da Sé e pela avenida Paulista, na capital paulistana: pessoas com baldes, bacias e canecas tentavam pegar um pouco de água.

 

Infelizmente, a crise hídrica em São Paulo não é novidade, mas o Greenpeace quis chamar atenção para um ponto que tem sido pouco discutido: altos e baixos no padrão de chuva que são e serão cada vez mais frequentes, graças às mudanças climáticas.

 

A crise da água é resultado de uma série de questões como falta de cuidado das nascentes, desmatamento da mata ciliar, poluição, desperdício e má gestão.

 

Mas não é apenas isso: a elevação da temperatura média do planeta fará com que eventos como secas sejam cada vez mais intensos e comuns. O padrão de chuvas pode mudar, e nada tem sido feito diante dessa situação.

 

A “estratégia” dos governantes é rezar para São Pedro encha os reservatórios. Mas é preciso fazer mais e melhor para que a população não acabe tomando banho de caneca. O poder público precisa considerar cenários de mudanças climáticas ao decidir como e quando serão feitos os investimentos e a gestão dos recursos naturais, como é o caso da água.

 

E você também pode ajudar. Além de economizar água em casa, você pode apoiar o Greenpeace no combate às mudanças climáticas, uma organização independente que aceita apenas doações de pessoas físicas como você.

 

 Faça parte desse time.

 

Cristina Amorim
Coordenadora da Campanha de Clima
Greenpeace Brasil

 

Greenpeace

 

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